Astrea vs Projuris: qual escolher em 2026? (preços reais)

Comparamos preço, usuários e funcionalidade real de cada plano do Astrea e do Projuris. Veja qual software jurídico faz mais sentido para o seu escritório.
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Por Marcio Caldas

CEO da MAB - Marketing para Advogados Brasil · 25 anos de marketing digital, web e design, graduado em direito e especialista em marketing jurídico.

Artigo atualizado em: 09/09/2026 14:11

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astrea vs projuris
31 minutos de leitura

A dúvida chega quase sempre no mesmo momento: o escritório está crescendo, o controle manual de processo já não acompanha o volume, e alguém sugere pesquisar Astrea vs Projuris. Os dois softwares aparecem, hoje, entre os nomes mais buscados no Brasil inteiro, mas cada um resolve a rotina diária do escritório de forma bastante diferente, com estrutura de preço, limite de usuário e proposta de produto que não se comparam ponto a ponto sem uma análise real, feita com calma e com número exato de cada plano na mesa.

Este artigo compara os dois com o mesmo rigor de verificação de dado que orienta todo o conteúdo produzido pela MAB: preço direto do site oficial de cada empresa, plano por plano, sem estimativa e sem opinião genérica de “os dois são bons, depende do escritório”. Depende, sim, mas depende de critério específico, e é isso que este artigo detalha, plano a plano, dos dois lados dessa comparação entre Astrea vs Projuris.

“Comparação de software sem preço real e sem fonte declarada não é comparação, é lista de característica copiada do próprio site do fornecedor.”

Não somos parceiros comerciais nem revendedores de nenhum dos dois softwares aqui comparados. Este comparativo detalhado existe justamente porque quem pesquisa Astrea vs Projuris normalmente já está decidido a investir em tecnologia jurídica, e só falta entender qual das duas ferramentas resolve o problema real do escritório, não o problema genérico descrito no site de cada fornecedor. É esse o objetivo deste texto: dado real, sem enfeite comercial de nenhum dos dois lados, e sem promessa vaga de que qualquer um dos dois vai resolver sozinho o crescimento do escritório.

📋 Outras frentes de tecnologia jurídica que costumam aparecer na mesma decisão de investimento:

  • Assistente de IA para redação de peça, dentro ou fora do software de gestão.
  • Automação de tarefa repetitiva, reduzindo trabalho manual da equipe.
  • Ferramenta de pesquisa jurisprudencial integrada ou complementar ao sistema principal.

Antes de decidir entre Astrea vs Projuris, vale entender onde essa escolha se encaixa dentro do conjunto maior de tecnologia que o escritório já usa ou pretende usar. Ferramentas como o Copilot e o uso de prompt jurídico bem construído no ChatGPT já apoiam boa parte da produção de texto jurídico, independente do software de gestão escolhido para controlar processo e financeiro.

O uso de IA para petição inicial, por exemplo, já é realidade em muitos escritórios, com ou sem o recurso nativo de IA jurídica do Projuris. Isso reforça um ponto central: a presença ou ausência de IA generativa embutida no software de gestão não deveria ser o único critério de decisão, já que existem alternativas específicas para essa tarefa, tanto para quem usa Astrea quanto para quem usa Projuris.

O panorama mais amplo de advocacia digital e IA mostra que a tecnologia jurídica avança em várias frentes ao mesmo tempo, não só em software de gestão. E a pergunta recorrente sobre se inteligência artificial vai substituir advogados continua tendo a mesma resposta, independente da ferramenta escolhida: substitui tarefa repetitiva, nunca o julgamento técnico do profissional responsável pelo caso.

“O software certo não é o que tem mais recurso de IA no marketing da própria empresa. É o que resolve o problema real do seu escritório, com o orçamento que você realmente tem hoje.”

Esse mesmo princípio de utilidade real, em vez de recurso de marketing, é o que a própria documentação do Google Search Central sobre conteúdo útil descreve para conteúdo online: informação pensada para resolver o problema de quem pesquisa, não para impressionar com lista de funcionalidade.

O guia de diretrizes de qualidade e E-E-A-T reforça o mesmo critério, aplicado aqui à forma como comparamos cada plano com dado real, verificado direto na fonte, sem depender de opinião de terceiros sobre qual é “o melhor software jurídico do mercado”.

O que são Astrea e Projuris, em uma frase cada

📋 Antes de comparar Astrea vs Projuris por preço, entenda o que cada software realmente prioriza:

  • Astrea nasceu como sistema de gestão jurídica com forte presença em escritório pequeno e médio, hoje parte do ecossistema Aurum.
  • Projuris nasceu como ERP jurídico robusto, com forte presença em escritório de médio e grande porte, banco e departamento jurídico corporativo.
  • Os dois competem hoje também no mesmo público de escritório em crescimento, mas a origem de cada um explica boa parte da diferença de proposta.

Astrea é, na essência, um sistema de gestão pensado para o dia a dia do escritório: controle de processo, prazo, financeiro e agenda, com um plano gratuito de entrada e planos pagos que crescem em limite de usuário e de processo conforme o escritório se expande.

Projuris também nasceu como sistema de gestão de escritório, mas construiu sua base evoluindo para um ERP jurídico completo, com workflow configurável, integração via API e uma versão avançada voltada a estrutura multiunidade e departamento jurídico corporativo, além de um plano de entrada específico para escritório pequeno chamado ADV Start.

“Comparar preço sem comparar necessidade real é o erro mais comum na hora de escolher software jurídico. O plano mais barato pode sair mais caro se não resolver o problema certo.”

Essa diferença de origem explica por que a comparação direta de preço, sozinha, engana: um escritório pequeno tende a olhar primeiro para o plano Light do Astrea ou para o ADV Start do Projuris, enquanto um escritório de porte médio a grande, com necessidade de ERP completo e integração via API, tende a olhar para o Projuris ADV em sua versão completa.

Astrea: planos, preço real e o que cada um inclui

📊 Preços do Astrea, direto do site oficial da Aurum:

  • Light: grátis por 1 ano, com limite de usuário e de processo.
  • Up: R$ 209/mês.
  • Smart: R$ 379/mês, o plano mais escolhido segundo o site.
  • Company: R$ 689/mês.
  • VIP: R$ 1.249/mês.

O plano Light do Astrea, gratuito pelo primeiro ano, já permite testar a estrutura completa do sistema com limite de usuário e de processo ativo, pensado para escritório recém-fundado que ainda não tem volume suficiente para justificar um plano pago desde o primeiro mês de operação.

No plano Up, a R$ 209 por mês, o limite de usuário e de processo sobe, mantendo controle de prazo, agenda e financeiro básico integrado, voltado para escritório que já saiu da fase inicial mas ainda opera com equipe reduzida.

Vale revisar, antes de qualquer contratação, como o escritório calcula honorário advocatício hoje. Um software de controladoria robusto só entrega valor real quando a precificação por trás dele já está correta, nunca o contrário.

No topo da tabela, o plano VIP chega a R$ 1.249 por mês, com o maior limite de usuário e de processo entre os planos pagos, voltado a escritório de porte médio que já precisa de controladoria mais completa, mas ainda não chegou ao ponto de exigir um ERP jurídico com integração via API.

“Astrea cobra por faixa de usuário e de processo em cada plano, de forma pública e transparente. Isso facilita o planejamento orçamentário de quem não quer depender de negociação comercial.”

Projuris: planos, preço real e o que cada um inclui

📈 Preços do Projuris ADV, direto do site oficial:

  • ADV Start Solo: R$ 79/mês, 1 usuário.
  • ADV Start Compartilhado: R$ 349/mês, até 5 usuários.
  • Projuris ADV (versão completa): orçamento sob consulta, usuários ilimitados.
  • Teste grátis de 7 dias em qualquer plano, sem necessidade de cartão de crédito.

O plano ADV Start Solo do Projuris, a R$ 79 por mês, já inclui gestão automatizada de prazo, gestão de cliente e contato, tarefa e agenda integradas, gestão de documento, IA jurídica nativa com sugestão de conteúdo e controle financeiro básico, voltado para advogado autônomo ou escritório de um único profissional.

Vale um parênteses prático aqui: independente do plano escolhido, nenhum dos dois softwares resolve sozinho a falta de rotina interna. Manter como organizar o escritório de advocacia como referência de processo, mesmo antes de qualquer troca de sistema, é o que garante que a estrutura de pasta, etiqueta e fluxo de trabalho seja bem aproveitada dentro de qualquer ferramenta escolhida.

Vale o mesmo alerta para presença digital: escritório já invisível no Google continua invisível depois de qualquer troca de sistema de gestão interno, porque o problema nunca foi a ferramenta escolhida, foi a ausência de estratégia de captação por trás.

No plano ADV Start Compartilhado, a R$ 349 por mês, o mesmo conjunto de recurso passa a valer para até 5 usuários, mantendo a mesma estrutura de IA jurídica nativa e controle financeiro básico, com suporte por e-mail incluído em ambos os planos de entrada.

Já a versão completa, chamada apenas Projuris ADV, não tem preço público, funciona por orçamento sob consulta direta com o time comercial, com usuário ilimitado, ERP jurídico completo integrado ao financeiro, IA avançada com prognóstico de caso e geração de documento, suporte multiunidade, workflow configurável, API pública e integração externa, relatório e Business Intelligence completos.

Vale um parênteses adicional aqui: nenhum dos dois softwares, sozinho, resolve a parte externa da operação do escritório. Quem decide se o escritório aparece bem posicionado no Google, com autoridade real, é o site que transforma a presença digital do advogado, não o software de gestão interna escolhido entre Astrea e Projuris.

“Projuris cobra pouco na entrada e sobe para orçamento sob consulta assim que o escritório precisa de ERP completo. Isso torna o comparativo de preço, no plano avançado, impossível sem contato direto com o time comercial.”

Comparação direta: onde cada software vence

🔍 Onde o Astrea tende a levar vantagem:

  • Preço público e transparente em todos os planos pagos, sem precisar negociar com time comercial.
  • Plano gratuito de entrada por 1 ano, ideal para escritório recém-fundado testar o sistema sem custo.
  • Estrutura de precificação por faixa de usuário e de processo, fácil de planejar com antecedência.

🔍 Onde o Projuris tende a levar vantagem:

  • ERP jurídico completo na versão avançada, com integração via API e workflow configurável.
  • IA com prognóstico de caso, recurso mais sofisticado do que sugestão de conteúdo simples.
  • Estrutura pensada para escritório multiunidade e departamento jurídico corporativo.

Um ponto que costuma passar despercebido na comparação superficial: o Astrea mantém preço público em toda a tabela, o que facilita o planejamento orçamentário de quem não quer depender de negociação. Já o Projuris cobra pouco na entrada (R$ 79 ou R$ 349 por mês), mas exige contato comercial assim que o escritório precisa de recurso avançado.

Isso significa que Astrea vs Projuris não é uma pergunta com resposta única. Escritório pequeno, testando o primeiro software de gestão, tende a achar o plano Light ou Up do Astrea suficiente para começar. Escritório de porte médio a grande, com necessidade real de ERP e API, tende a precisar do Projuris ADV completo, algo que o Astrea não oferece na mesma profundidade.

Há ainda um terceiro cenário, menos falado nas comparações genéricas encontradas na internet: o escritório que já cresceu além do plano gratuito, mas ainda não tem orçamento nem processo interno maduro o suficiente para justificar um ERP completo. Nesse caso específico, o caminho mais realista costuma ser começar pelo plano intermediário de qualquer um dos dois fornecedores, medir o ganho real de produtividade por seis meses, e só então decidir se vale migrar para a versão mais robusta ou permanecer no mesmo patamar.

Vale um segundo parênteses aqui, tão importante quanto o primeiro: nenhum dos dois softwares, sozinho, resolve a parte externa da operação do escritório. Um sistema de gestão organiza processo, financeiro e equipe, mas quem decide se o escritório aparece bem posicionado no Google, com autoridade real, é um site que transforma a presença digital do advogado, não o software de controladoria interna escolhido entre Astrea vs Projuris.

É um erro comum tratar essa escolha de software como se fosse suficiente, sozinha, para resolver a captação de cliente novo. Na prática, ela só organiza o que já chega até a porta do escritório, sem interferir em quantas pessoas encontram esse escritório no Google antes de ligar ou mandar mensagem pela primeira vez.

“Escolher entre Astrea e Projuris resolve a organização interna. Não resolve, sozinho, se o escritório está sendo encontrado por quem pesquisa um advogado agora mesmo.”

Inteligência artificial: como cada plataforma usa IA na prática

📋 O uso de IA em cada plataforma, segundo a documentação oficial de cada uma:

  • Astrea foca controle de processo e produtividade de equipe, sem destacar geração de peça com IA nativa nos planos padrão.
  • Projuris oferece IA jurídica nativa já no plano de entrada, com prognóstico de caso no plano avançado.
  • Nenhuma das duas substitui a revisão humana antes da protocolização.

Vale entender o contexto mais amplo antes de decidir com base só nesse critério. O uso de IA generativa na advocacia já é tema de regulação específica: a Resolução nº 615/2025 do CNJ trata do uso de inteligência artificial no Judiciário, e a mesma discussão avança no Congresso, com proposta em tramitação sobre regulamentação de IA no Brasil.

Isso não impede o uso de nenhuma das duas ferramentas, mas reforça um princípio que vale para qualquer software jurídico com IA embutida: a sugestão gerada automaticamente precisa passar por revisão do advogado responsável antes de qualquer decisão, exatamente como já ocorre com o uso de inteligência artificial jurídica de forma geral no escritório.

Quem já testou a melhor IA para advogados para tarefa de redação sabe que ferramenta de apoio, seja dentro de um software de gestão, seja um assistente externo como o ChatGPT, acelera a produção, mas nunca substitui o julgamento técnico do profissional responsável pela peça.

O mesmo vale para o Claude e para qualquer outro assistente de IA usado como apoio de redação: bom para organizar argumento e primeira versão, nunca substituto da revisão final feita por quem assina a peça, dentro ou fora de um software de gestão.

astrea vs projuris

LGPD e segurança de dado: o que muda entre os dois sistemas

📊 Pontos de atenção quando o software de gestão armazena dado pessoal de cliente e de parte processual:

  • Dado pessoal de cliente e de parte contrária armazenado no sistema está sujeito à Lei Geral de Proteção de Dados.
  • Contrato de prestação de serviço com o fornecedor de software deve prever cláusula de proteção de dado.
  • Migração de sistema exige atenção redobrada ao destino do dado do sistema anterior.

Qualquer sistema de gestão jurídica que armazene dado de cliente, parte processual e movimentação está sujeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, fiscalizada pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Isso vale igual para Astrea e para Projuris, e para qualquer outro software jurídico do mercado.

O Marco Civil da Internet reforça a exigência de transparência sobre uso de dado. Antes de fechar contrato com qualquer um dos dois fornecedores, vale confirmar onde o dado é armazenado, como funciona o backup e o que acontece com a informação em caso de cancelamento do contrato, ponto que raramente aparece em destaque na página de vendas de qualquer software.

“Preço e funcionalidade decidem qual software é mais barato. Segurança de dado decide qual software não vira problema jurídico para o próprio escritório.”

Compliance: o que a OAB diz sobre automação de atendimento e captação

📋 Limite ético que vale para qualquer automação de atendimento embutida em software de gestão:

  • Automação de resposta inicial ao cliente é permitida, desde que identificada como automação.
  • Captação de cliente por meio de robô de atendimento sem identificação humana levanta risco ético.
  • Nenhuma automação substitui a análise técnica do advogado responsável pelo caso.

O Provimento 205/2021 da OAB regula a publicidade da advocacia, e o Código de Ética e Disciplina da OAB, em seu texto oficial, veda a captação de cliente por meio de agenciador ou intermediário. Um chatbot de automação de atendimento, recurso presente em ambos os softwares comparados aqui, precisa deixar claro para o usuário que está falando com uma automação, não com o advogado diretamente.

A própria OAB já confirmou que ferramenta de automação e tecnologia de gestão são permitidas, desde que usadas para organizar a operação do escritório, nunca para simular atendimento humano de forma enganosa ou para captar cliente de forma ostensiva através do próprio sistema.

Isso vale igualmente para Astrea e para Projuris: nenhum dos dois deve ser configurado para automatizar captação de forma que engane o usuário sobre estar falando com um robô. A responsabilidade final por essa configuração é sempre do escritório contratante, nunca só do fornecedor de software.

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Estrutura de dado e comparação verificável: por que isso também importa para o seu site

📊 Por que uma comparação estruturada, com fonte declarada, vale mais do que uma lista solta de vantagens:

  • Cada dado citado tem origem rastreável, direto no site oficial de cada fornecedor.
  • A estrutura de pergunta e resposta facilita tanto a leitura humana quanto a leitura de motor de busca.
  • Comparação como esta, publicada com regularidade, é o mesmo tipo de conteúdo que já fortalece a autoridade de um site jurídico bem estruturado.

A documentação do Google sobre Search Essentials e o guia de marcação de perguntas frequentes descrevem, em conjunto, o padrão técnico que sustenta esse tipo de conteúdo: resposta direta, fonte clara e estrutura de pergunta reconhecível pelo mecanismo de busca.

O guia de marcação de dado estruturado para artigo e a documentação geral sobre dado estruturado reforçam o mesmo princípio para o restante do conteúdo do site.

Isso inclui os artigos institucionais sobre Provimento 205/2021 e outras normas que orientam a publicidade da advocacia, todos construídos com a mesma disciplina de fonte verificável.

O guia sobre atualizações centrais de busca e o guia introdutório de SEO do Google completam esse conjunto de referência técnica, todos aplicados aqui da mesma forma que orientam qualquer outro artigo publicado pela MAB.

Isso inclui o conteúdo já publicado sobre LinkedIn e outras frentes de presença digital do escritório, sempre com o mesmo padrão de fonte primária e dado atualizado. Vale registrar também a fonte usada para confirmar que Astrea vs Projuris é, de fato, uma comparação recorrente no mercado: o próprio B2B Stack, plataforma de avaliação de software empresarial, já lista o Astrea entre os concorrentes diretos do Projuris ADV na categoria de gestão jurídica.

Migração de sistema: como trocar sem perder dado nem produtividade

🔍 Passo a passo prático de quem já migrou de um sistema jurídico para outro:

  • Exportar toda a base de processo, cliente e documento antes de cancelar o plano anterior.
  • Rodar os dois sistemas em paralelo por pelo menos 30 dias antes da migração definitiva.
  • Treinar a equipe no novo sistema antes de desligar o antigo, nunca depois.

Migrar de um software jurídico para outro custa tempo, não só dinheiro. A maior parte dos escritórios que trocam de sistema subestima o tempo de adaptação da equipe, gerando queda de produtividade temporária logo depois da troca, quando o objetivo original era justamente o oposto.

Manter uma referência clara de processo interno, antes da migração, ajuda a garantir que a estrutura de pasta, etiqueta e fluxo de trabalho seja recriada corretamente no novo sistema, em vez de improvisada durante a correria da troca.

“Trocar de software sem corrigir o processo interno é trocar de caixa, mantendo a bagunça dentro dela. O sistema novo só amplia o problema antigo, nunca o resolve sozinho.”

Esse é, aliás, um dos motivos pelos quais Astrea vs Projuris raramente é a pergunta certa para um escritório recém-fundado, sem rotina nenhuma ainda estabelecida. Nesses casos, vale primeiro estruturar o processo interno básico, manualmente, antes de investir em qualquer sistema pago, para não pagar por automação de uma bagunça que ainda nem foi mapeada.

Além do software: o que sustenta a captação de cliente do escritório

📈 Frentes que continuam decisivas mesmo depois de escolher o melhor software de gestão:

  • Presença digital correta, incluindo site, SEO e perfil no Google Meu Negócio.
  • Estratégia de conteúdo que gera reconhecimento antes do primeiro contato.
  • Processo comercial estruturado para transformar contato em cliente efetivo.

Um erro comum é tratar a escolha entre Astrea vs Projuris como se fosse a decisão mais importante da estratégia digital do escritório. Não é. Software de gestão organiza o que já entra no escritório, mas não substitui uma estratégia real de captação, que depende de SEO e de GEO para advogados bem executados.

Também depende de presença completa no Google Meu Negócio, atualizado com informação correta e revisado com regularidade, algo que nenhum dos dois softwares de gestão comparados neste artigo resolve automaticamente.

Um escritório com baixa presença digital continua com baixa presença digital depois de trocar de software de gestão, porque o problema nunca foi a ferramenta interna, foi a ausência de estratégia de captação. E a base técnica de um site bem estruturado segue tão relevante quanto antes, com ou sem sistema de gestão robusto por trás.

O mesmo raciocínio vale para precificação. Antes de fechar contrato com qualquer software, vale revisar como o escritório estrutura sua cobrança de honorário, porque o retorno do investimento em tecnologia só aparece quando a operação comercial do escritório já está minimamente estruturada por trás.

Qual escolher: um guia prático de decisão

🔍 Perguntas para responder antes de decidir entre os dois:

  • O escritório precisa de ERP completo com API, ou de gestão simples com preço público em todos os planos?
  • Quantos usuários vão acessar o sistema todos os dias?
  • O escritório tem apenas uma unidade, ou opera em múltiplas filiais?
  • Existe orçamento para negociar diretamente com o time comercial do Projuris?

Escritório em fase inicial, com poucos processos e orçamento enxuto, tende a começar melhor pelo plano Light do Astrea, gratuito por 1 ano, ou pelo ADV Start Solo do Projuris, a R$ 79 por mês, dependendo se a prioridade é preço zero na entrada ou IA jurídica nativa desde o primeiro plano.

Escritório de porte médio, sem necessidade de ERP completo, tende a olhar com atenção para o plano Smart ou Company do Astrea, enquanto escritório de porte médio a grande, com múltiplas unidades e necessidade de integração via API, tende a precisar diretamente do Projuris ADV completo, mesmo sem preço público disponível.

Nos dois casos, o erro mais comum é pular direto para o plano mais avançado sem antes validar se o plano de entrada já resolveria a necessidade real do momento atual do escritório, gerando gasto mensal recorrente com recurso que a equipe nem chega a usar direito no dia a dia.

Vale simular o custo em doze meses, não só o valor mensal isolado, antes de bater o martelo. Um plano R$ 130 mais caro por mês, à primeira vista, pode compensar se elimina a necessidade de contratar uma ferramenta paralela de automação ou de monitoramento de processo, que teria custo mensal próprio somado ao do software principal escolhido entre Astrea e Projuris.

Outro ponto prático, pouco citado nas comparações genéricas: peça sempre uma demonstração ao vivo, com a base real de processo do escritório, antes de assinar contrato anual com qualquer um dos dois fornecedores. Planilha de comparação de funcionalidade ajuda a entender o discurso comercial, mas só o teste com dado real do próprio escritório mostra se o fluxo de trabalho realmente encaixa no dia a dia da equipe, sem gerar retrabalho manual depois da migração.

Um exercício simples ajuda bastante nessa decisão: listar, por escrito, os três maiores problemas operacionais do escritório hoje, antes de olhar para qualquer feature de marketing dos dois softwares. Se os três problemas envolvem múltiplas unidades e integração de sistema, a resposta tende a apontar para Projuris. Se envolvem preço público, previsível, e plano gratuito de entrada, a resposta tende a apontar para Astrea.

Não existe resposta certa universal para Astrea vs Projuris. Existe resposta certa para o momento específico do seu escritório, e é exatamente esse cruzamento entre necessidade real e preço real que este artigo tentou deixar claro, plano por plano, sem promessa vaga de nenhum dos dois lados, e sem viés comercial disfarçado de recomendação neutra.

GEO e AEO: por que essa comparação também é pensada para resposta de IA

📊 Por que uma comparação direta, com dado real, funciona bem em resposta de IA generativa:

  • Preço exato, plano por plano, responde diretamente à pergunta que a pessoa realmente tem.
  • Recomendação de uso específico, não genérica, aumenta a chance de citação.
  • Fonte primária declarada em cada dado citado reduz o risco de contradição entre fontes.

Quem pergunta a um assistente de IA generativa “Astrea ou Projuris, qual é melhor” espera uma resposta específica, não uma lista genérica de vantagens de cada um. O guia de otimização para experiências de IA na busca do Google reforça esse princípio: conteúdo específico, verificável e com recomendação clara de uso tem mais chance de ser citado do que texto genérico sobre “os dois têm prós e contras”.

O guia de sucesso em experiências de IA na busca confirma que os mesmos princípios de conteúdo útil valem tanto para busca tradicional quanto para resposta de IA, e o guia de sistemas de ranqueamento do Google documenta que dado atualizado e verificável tende a ser priorizado, especialmente em comparação de produto, onde preço muda com frequência.

É por isso que este artigo evita comparação vaga como “os dois são bons softwares”. A comparação real, com número exato de cada plano, é o que separa um conteúdo útil de um conteúdo de preenchimento, tanto para o leitor humano quanto para o assistente de IA que eventualmente cita esse conteúdo numa resposta.

O que isso muda, na prática, para o seu escritório hoje

Resumindo o que este artigo levantou: Astrea vs Projuris não é uma disputa com vencedor único. Astrea tende a vencer em preço público e transparente, plano gratuito de entrada e estrutura de precificação previsível por faixa de usuário. Projuris tende a vencer em ERP completo, IA com prognóstico de caso e estrutura multiunidade.

O critério certo não é “qual é mais famoso” ou “qual a agência recomenda por padrão”. É o cruzamento entre porte do escritório, número de usuário, necessidade de integração via API e orçamento disponível hoje, com testes reais antes da decisão final, sempre revisado a cada seis a doze meses conforme o escritório cresce.

Nenhuma decisão de tecnologia, por si só, resolve o problema de captação de cliente do escritório. Astrea vs Projuris é uma escolha de eficiência interna, não de crescimento externo, e tratar as duas coisas como se fossem a mesma decisão é um erro recorrente entre escritórios que investem pesado em ferramenta e esquecem de investir, na mesma proporção, em presença digital e captação real, incluindo a base técnica de como criar site para advogados corretamente estruturado.

“O melhor software do mundo não traz cliente novo sozinho. Ele só faz o escritório atender melhor quem já chegou até a porta.”

Vale reforçar, mais uma vez: essa comparação entre Astrea vs Projuris existe para ajudar na decisão técnica, com número real de cada plano, não para promover nenhum dos dois fornecedores. A escolha final continua sendo do escritório, com base no que faz sentido para o porte e a estrutura reais de hoje.

A pergunta certa não é “qual é o melhor software jurídico?”. É “qual dos dois resolve o problema específico que o meu escritório tem agora, dentro do orçamento que eu realmente tenho?”

Se o seu escritório já testou um dos dois e não teve o resultado esperado, ou ainda não decidiu qual sistema adotar, fale com quem acompanha esse tipo de decisão de tecnologia jurídica todos os dias e avalie qual caminho realmente resolve a operação do seu escritório, dentro da mesma disciplina de dado real aplicada em todo este comparativo entre Astrea vs Projuris. Nenhuma decisão de tecnologia precisa ser tomada sozinha, sem apoio técnico e sem cruzar preço real com necessidade real do momento atual do negócio.

Este artigo foi construído a partir de pesquisa direta nos sites oficiais do Astrea (Aurum) e do Projuris para os dados de preço e plano, da documentação oficial do Google Search Central, da regulamentação vigente da OAB e da legislação brasileira sobre proteção de dado, sem nenhum dado estimado ou inventado. O preço da versão completa do Projuris ADV, não divulgado publicamente pelo fornecedor, foi tratado como “orçamento sob consulta” em vez de estimado, conforme a própria informação disponível no site oficial.

Sobre o autor

Marcio Caldas é graduado em Design Gráfico e em Direito, com 25 anos de experiência em design, web e marketing, incluindo 4 anos de atuação no mercado americano, e passagem de 3 anos pela Pearson (maior empresa de educação do mundo), no cargo de Designer Gráfico Sênior e responsável por todo o redesign da Pearson Channels.

Fundador da MAB, Marketing para Advogados Brasil, dedicada a atender exclusivamente escritórios e advogados brasileiros com mais de 10 anos de mercado, dentro das regras do Provimento 205/2021 da OAB.

Cada artigo publicado pela MAB passa por pesquisa de fonte real antes da publicação, nunca por dado estimado ou inventado, incluindo este comparativo entre Astrea e Projuris, construído a partir de preço real coletado diretamente dos sites oficiais de cada fornecedor.

Referências bibliográficas

Aurum, página oficial do Astrea, planos e preços.

Projuris, página oficial do Projuris ADV, planos e preços.

B2B Stack, página de comparação entre Astrea e Projuris ADV.

Google Search Central, documentação sobre conteúdo útil, confiável e centrado em pessoas.

Google Search Central, guia de diretrizes de qualidade e E-E-A-T.

Google Search Central, documentação sobre Google Search Essentials.

Google Search Central, guia de otimização para experiências de IA generativa na busca.

Google Search Central, publicação sobre como obter sucesso em experiências de IA na busca.

Google Search Central, guia de sistemas de ranqueamento de busca.

Google Search Central, documentação sobre marcação de dado estruturado para artigos.

Google Search Central, documentação sobre marcação de dado estruturado para FAQ.

Google Search Central, documentação geral sobre como funciona a marcação de dado estruturado.

Google Search Central, documentação sobre atualizações centrais (core updates) de busca.

Google Search Central, guia de introdução ao SEO (SEO Starter Guide).

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Provimento nº 205/2021.

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Código de Ética e Disciplina, texto oficial em PDF.

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), notícia institucional sobre publicidade em obediência ao Estatuto da OAB.

Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Resolução nº 615/2025.

Senado Federal, notícia sobre proposta de regulamentação do uso de inteligência artificial no Brasil.

Presidência da República, Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).

Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), portal institucional gov.br/anpd.

Presidência da República, Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet).

Perguntas frequentes sobre astrea vs projuris

Depende do plano. O plano Light do Astrea é gratuito por 1 ano, mais barato que qualquer plano pago do Projuris. Entre os planos pagos, o ADV Start Solo do Projuris custa R$ 79 por mês, mais barato que o Up do Astrea, a R$ 209 por mês, mas com limite de 1 usuário contra um limite maior de usuário e processo no Astrea.

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